Summary: Faceira
Faceira com os amigos, com a família, com a sáude, com a vida! Precisa de mais motivos? Já dizia Vinicius: "É melhor ser alegre que ser triste...".
Date Published: Nov 02, 2010 - 9:35 am

Quem me
conhece sabe que sou fã de uma cervejinha. Confesso, no entanto,
que tenho curtido tomar espumante. Desde o verão, quando fomos pra
Serra, acabamos nos acostumando a abrir uma garrafa de vez em
quando. Além do sabor, adoro o tilintar das bolhinhas! Outro dia
fomos passear em Garibaldi pra conhecer as vinícolas de lá. Mas as
de Bento e Pinto Bandeira são, sem dúvida, superiores.
Tem gente que acha que espumante só se bebe em momentos especiais
como o réveillon. Mas tem momento mais especial do que o fim de
semana?
Date Published: Nov 02, 2010 - 9:23 am
Na semana do Dia das Crianças, levei minha afilhada pra passear. Já
com sete anos, quis sair com sua bolsa nova e toda sua pequena
fortuna dentro da carteira. Não precisa ser vidente pra descobrir o
que aconteceu. Ela acabou esquecendo a bolsa na primeira loja em
que paramos. E eu, comendo mosca, não percebi. Só ao voltar pra
casa percebemos a falta do acessório.
No outro dia pela manhã liguei para a loja e descobri que tudo
estava lá como havíamos deixado: bolsa, carteira e até o dindim. É
muito bom constatar que ainda existe gente honesta no mundo!
Date Published: Nov 02, 2010 - 9:21 am

Ah, que
saudades do blog! Vi tanta coisa legal nesses últimos meses. Talvez
uma das melhores pedidas tenha sido o show do
Pedro Abrunhosa, no Porto Alegre Em
Cena, que curti na ótima companhia de uma amiga que há tempos não
encontrava. Voz maravilhosa, carisma que conduziu a plateia e
competência de toda a banda. O show foi realmente imperdível!
Me surpreendeu saber que a música que menos gostei, um pop sem
grande criatividade, era o carro chefe do disco e estava no topo
da parada de sucessos em Portugal. Vai entender essas
gravadoras... Na verdade, no Brasil acontece a mesma coisa.
Geralmente, ao ouvir o lado B dos discos encontramos os
verdadeiros tesouros musicais. Nem sei por que isso ainda me
surpreende!
Date Published: Nov 02, 2010 - 9:19 am
Achado bárbaro do
Descompensando: um hipnotizador
on-line! Só clicar
aqui e relaxar.
Date Published: Aug 12, 2010 - 9:47 pm

Assisti
à opera Barbeiro de Sevilha no Teatro do SESI: simplesmente
bárbara! A produção brasileira encontrou uma maneira inovadora de
baratear custos com execução e transporte de cenários sem perder em
nada em qualidade. O palco é “vestido” com uma animação muito bem
feita, com a qual os atores contracenam. O resultado surpreende!
Sem falar na qualidade das vozes e da orquestra (o maestro do coral
que eu canto, Sérgio Oldair dos Santos, fez parte do coro!).
Precisa dizer que me emocionei? Três horas de espetáculo
inebriante. Ainda bem que grandes empresas patrocinam esse tipo de
iniciativa. Parabéns!
Pra quem tiver oportunidade, segue calendário de apresentações pelo
Brasil. Imperdível!
Belém: 5 a 9 de agosto
João Pessoa: 25 a 29 de agosto
Brasília: 3 a 7 de setembro
Aracaju: 10 a 13 de setembro
Salvador: 15 a 19 de setembro
Recife: 22 a 27 de setembro
Santos: 20 a 22 de outubro
São Paulo: 25 de outubro a 3 de novembro
Ribeirão Preto: 20 a 21 de novembro
Rio de Janeiro: 24 a 28 de novembro
Date Published: Aug 06, 2010 - 9:31 pm
Na contramão das práticas ecologicamente corretas, um maluco teve
a insana ideia de criar um suporte com plásticos para ensacar
guarda-chuvas em dias de chuva. E não é que virou moda nos
prédios de Porto Alegre? Entendo que é chato ter o piso molhado
em função da chuva, em especial em uma cidade tão úmida quanto a
nossa. Mas um paninho seco no chão pode resolver o problema sem
onerar a natureza.
Noutro dia, quase fui insultada por uma recepcionista de
restaurante porque eu não quis utilizar o maldito plástico. Tive
de deixar minha sombrinha na entrada do prédio para não molhar o
precioso chão do estabelecimento. Pior: na saída, a lixeira já
estava tão cheia de sacos plásticos, que alguns já estavam caídos
no chão. E logo mais adiante havia um bueiro... Dá pra imaginar
por que algumas ruas da nossa cidade ainda alagam?
Date Published: Aug 06, 2010 - 8:30 pm

O show
do Aerosmith em Porto Alegre estava maravilhoso! Nem o banho de
chuva nem a pressão baixa que tive no meio do espetáculo impediram
que eu aproveitasse a voz impressionante do Steve Tyler, o som
perfeito de todos os músicos e a noite com a melhor companhia do
mundo: meu amado.
Date Published: Aug 06, 2010 - 8:29 pm
Chuva e vento em Porto Alegre. Brrrrrrrrr! Será que não dava pra
esperar chegar o inverno primeiro? Em vez de ficar reclamando, vou
puxar o cobertor e curtir um chazinho quente, pra tentar não me
encorujar tanto.
A propósito, sempre encontramos alguém no elevador que, não tendo o
que dizer, resolve falar do tempo [como eu aqui no blog :o)]. E
pior, falar mal. Ah, esse calor! Ah, esse frio! Ah, essa chuva!
Dificilmente alguém abre a boca pra elogiar o trabalho diário de
São Pedro. Pobre santo... Haja paciência pra conseguir contentar
todo mundo!
Date Published: May 19, 2010 - 8:22 am
Bem-vinda, Emília*!
Não é uma bonequinha?

*Nome
gentilmente escolhido pela dinda Cláudia.
Date Published: May 03, 2010 - 5:39 pm
Voltei a espantar os males (ou os vizinhos) soltando a voz. Ah,
como é bom cantar! A tristeza em função da Bastet me deixou com a
imunidade baixa e, no fim das contas, fiquei afônica. Pena, pois
não pude participar de uma apresentação do coral que estou
participando. Olha só que foto linda. E foi no Theatro São
Pedro!

Como diz Beto Guedes:
“Cantar quase sempre nos faz recordar
Sem querer
Um beijo, um sorriso, ou uma outra ventura qualquer
Cantando aos acordes do meu violão
É que mando depressa ir-se embora
saudade que mora no meu coração”
Na verdade, saudade é bom e pode ficar. A tristeza é
que está indo embora...
Date Published: Apr 29, 2010 - 9:33 pm

Sempre ouvi dizer
que gatos têm sete vidas. Nem todos:
Bastet tinha apenas uma, que se
foi no domingo, 28 de
março. Com ares de siamesa, não
escondia os traços da mais pura
descendência vira-lata. Quando
desmamada, a bichinha de 650 gramas veio morar
conosco.
Mostrou os dentes na primeira manhã, demonstrando a
insatisfação
em sair do aconchego de sua
mãezinha, que havia sido abandonada
prenhe.
Adotamos a fera e enfrentamos a tarefa
de conquistar aquela
personalidade forte. Aos poucos,
Bastet se deixou envolver. Carícias na
barriga, só quando ela estava a fim. Mas, nesses momentos, fechava
os olhinhos mostrando todo o prazer de estar em nossa
companhia.
Nunca arranhou alguém por querer. A única vítima de suas garras foi
sua fiel companheira Nuvem que, volta e meia, torrava sua paciência
com brincadeiras que não lhe agradavam, como correr e saltar.
Nuvem, aliás, também está sentindo sua falta.
É provável que
Bastet e seus irmãos, duas
ferinhas que
também morreram pouco depois de terem sido vacinados, tivessem
problemas
congênitos de saúde. O importante é
que ganharam carinho, conforto e atenção de quem os acolheu.
Há um mês não desfrutamos da presença da
siamesinha
vira-lata. Aguardo o momento em que a tristeza vá embora e fiquem
só as boas lembranças. Sinto falta de suas longas sessões de
carinho, do miado alto pedindo atenção, da terna companhia no sofá.
Nossa casa perdeu uma ilustre moradora. O céu, com certeza, ganhou
uma estrela a mais.
Date Published: Apr 25, 2010 - 4:30 pm
Nuvem e Bastet vivem conosco há dois anos. Aprendemos, aos
poucos, a dividir a casa com as bichanas. Ou será que ocorreu o
contrário? Já não imaginamos assistir a um filme ou sentar em
frente ao computador sem a serena companhia das duas.
Enfrentamos, porém, um grande problema que imagino não ser apenas
nosso. Quando estamos longe de casa, a tecnologia não oferece
recursos que nos ajudem a manter contato com as habitantes que
miam. Não adianta enviar e-mails, telefonar ou mandar torpedos.
Nem sequer outra pessoa nos substitui ou serve para amenizar a
falta que elas sentem de nós. Mesmo se instalássemos câmeras pela
casa, apenas poderíamos vigiá-las, mas elas não perceberiam nossa
presença.
Ao girar a chave e abrir a porta, percebo um par de focinhos
ávidos por algo que só eu ou o Duda podemos fornecer. Vejo rabos
balançando, barrigas sendo expostas com um só objetivo. Só
depois, é claro, de uma boa espreguiçada ou uma coçada na orelha,
afinal estamos falando de gatas! Impossível não largar tudo para
fazer carinho na dupla mais dengosa do pedaço. Brinco, converso e
afofo bem os pelos de cada uma. Ouço um motorzinho avisando que
está feliz com minha presença. Olhos se fecham e não escondem que
esperaram ansiosamente por esse momento durante todo o dia.
A primeira conclusão a que chego é que a tecnologia pode diminuir
distâncias, mas o contato direto continua sendo insubstituível. A
segunda, modéstia à parte, é que sou a bolachinha mais recheada
do pacote!
Date Published: Mar 12, 2010 - 4:06 pm
Povo praiano nem sempre é o mais animado pra curtir bandas de rock
nacional. Fosse um grupo de pagode ou de funk talvez fizesse mais
sucesso. Não importa: pulei e cantei durante o espetáculo inteiro!
Não é todo dia que se curte Paralamas do Sucesso, de graça, na
beira da praia. Eles tocaram desde “Eu tenho que aprender a dizer
tudo que eu sinto por você” até “Cuide bem do seu amor, seja quem
for”.
Lembrei do fusquinha vermelho da minha irmã que foi batizado de
Vital em função da música do Paralamas (e eles também tocaram
essa!). O primeiro passeio oficial do carrinho foi o show da banda
no Gigantinho, nos idos anos 80. Inesquecível!
E gostei de ouvir a nova versão do Herbert para Óculos:
“Por que você não olha pra mim
Por que você diz sempre que não
Por que você não olha pra mim
Em cima dessas rodas também bate um coração”
Date Published: Mar 10, 2010 - 4:50 pm